Embora os celulares tenham se popularizado nos últimos anos, muitas empresas continuam reticentes quanto à usabilidade de tais aparelhos no ambiente corporativo, seja através da disponibilização de atendimento por meio de aplicativos (WhatsApp, Telegram e outros) ou até mesmo disponibilizando catálogo de produtos via Facebook. O fato é que esses devices estão cada vez mais sofisticados e com uma base sólida de dados para compreender perfis de compra. Aliás, você provavelmente está lendo essa matéria em um, correto? Não? Bom, então abaixe o volume do Duran Duran, tire essas ombreiras e venha com a gente.
Você pode até estar perdido, mas o celular sabe exatamente a localização dos seus clientes.
Calma, não precisa ficar (tão) preocupado assim. Todos os smartphones trabalham com um sistema de GPS que não é apenas um mapa de bolso, mas, sim, uma poderosa ferramenta que contribui para a segmentação geográfica (país, cidade e até mesmo bairros), permitindo que você impacte diretamente pessoas que estão dentro de uma área determinada. Isso pode ser feito tanto no Facebook / Instagram quanto na plataforma de anúncios do Google.
Proporcione uma experiência de compra realmente personalizada.
Já pesquisou por um produto e depois ficou vendo anúncios e mais anúncios do mesmo item no feed ou até mesmo em sites de terceiros? Isso acontece porque todo o conteúdo que visualizamos é armazenado no cache, ou seja, as próprias plataformas entendem que se o usuário busca por algum produto e/ou serviço, existe um potencial de compra considerável ali e, portanto, essa informação pode ser monetizada.
Vale lembrar ainda que, além de reunir informações importantes sobre os usuários, o cache é compartilhado entre dispositivos (desktops, laptops, tablets e smartphones) e pode impactar a mesma pessoa de diversas formas.
Atendimento rápido, dinâmico e sem firulas.
Com a velocidade e alcance cada vez maior da internet, tornou-se necessário acelerar os canais de comunicação. Fatores como tempo de resposta, atendimento pessoal e até mesmo descuido nos canais digitais, podem resultar em vendas não concluídas e, até mesmo, a perda de espaço e relevância no mercado.
Pagamento prático, seguro e a um click de distância.
Embora os meios digitais de pagamento estejam consolidados, muitas empresas, sobretudo as mais tradicionais, ainda possuem certo receio com a comercialização de seus itens em canais digitais e, cá entre nós, tudo bem. Antes de disponibilizar um produto / serviço na internet, é necessário entender como o mercado e o público se comportam e, assim, traçar uma estratégia que gere o melhor retorno.
Vale lembrar ainda que ferramentas como Google, Facebook e Instagram estão implementando meios de pagamento e catálogos dentro das próprias plataformas, facilitando a visualização e aquisição de produtos.
Gostou da matéria e não tem a menor ideia de como implantar tudo isso?
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